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MOMENTO POLÍTICO ESTADUAL E NACIONAL
O momento político vivenciado no Brasil e no Rio Grande do Norte foi pauta de discussão nesta quarta-feira (14), durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Em seu discurso, o deputado José Dias (PSDB) se mostrou bastante preocupado com a incógnita que se instalou no país e no Estado em relação ao futuro político e econômico do país.
“Ao longo da minha luta e atividade parlamentar nunca vi uma situação tão crítica. Sou um homem de consciência e sabia que nós iríamos chegar à situação que estamos. Um estado falido e um país tentando voltar ao caminho do desenvolvimento”, discursou o parlamentar, defendendo medidas urgentes de destravamento da economia e que possibilite empreender como nos países desenvolvidos em detrimento de medidas protetivas.
O deputado citou como grave risco econômico, por exemplo, os atrasos no pagamento dos servidores estaduais e considerou que a situação ainda pode piorar. “Não gosto de citar pessoas, mas nesse caso entendo que é preciso ações mais firmes. Sabemos que a situação é complicada em todo país, mas sem posições firmes, aqui no Rio Grande do Norte, a coisa pode piorar nos próximos meses”, preocupou-se.
Provocado pelo colega deputado Nelter Queiroz (MDB) para criação de uma comitiva, formada por deputados estaduais, federais, secretários estaduais e a governadora, para juntos irem à Brasília em busca de ajuda federal, José Dias, se colocou a disposição para se somar aos colegas com uma condição.Concordo em irmos para Brasília, desde que cada um de nós, pague as despesas dessa viagem, como passagem, hospedagem e alimentação e não com o dinheiro do povo. Não seria justo”, contrapôs, no mesmo instante que indagou: “Até entendo que o governo do Estado esteja precisando de ajuda, mas é preciso entender que, assim como o governo Estadual precisa de socorro Federal, os municípios também precisam. E o governo Federal não está ajudando nenhum deles”, disse José Dias.
Finalizando o discurso o deputado destacou que tudo passa por um problema estrutural. “Esse país tem que ter uma prática diferente e de respeito à cidadania. O nosso problema não é de lei e sim de comportamento”, finalizou.
 
Crédito da Foto: Eduardo Maia

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