NA SALA COM...

FRANCISCA DAS CHAGAS COSTA (NÊGA)
Prazer, sou:  Francisca das Chagas Costa, mais conhecida como Nega. Sou professora da rede municipal de ensino deste município, casada e mãe de duas filhas. 
Faço todos os momentos: entrego ao Senhor os meus projetos, porque, por Ele, os que forem concedidos realizar, sei que pra mim é o melhor.
Agradeço: primeiramente pela vida e pela minha família, meu bem maior.
Não faço por nada: dormir sozinha na minha cama (tenho fobia de solidão).
A vida me ensinou: que depois de Deus, o que mais precisamos é uns dos outros.
Ainda tem remédio: pra qualquer coisa ainda há remédio, porque Deus é o remédio pra tudo, e Ele sempre existirá. É só buscá-lo.
Sinto saudades: do meu irmão amado (em memória).
Sofro com: a impunidade, as desigualdades, a falta de amor em algumas pessoas.
Às vezes: sinto-me ansiosa. É ruim.
De hoje em diante: eu sempre tive essa prática e quero sempre ter, que é procurar enxergar o melhor nas pessoas, não julgá-las pelos nossos conhecimentos prévios.
Vou modificar: esse sentimento de ansiedade, quero transformá-lo em confiança.
Invento sempre: uma comida adaptada pra minha filha que tem diabetes (bolo, pizza, salgado).
Aprendi com meus pais: principalmente com o meu pai, aprendi que a honestidade é uma das maiores qualidades do ser humano.
No meu caminho: quero sempre encontrar pessoas com cargas positivas que me transmitam boas sensações e emoções, pessoas assim como o amigo Cesimar Oliveira. Com papel e caneta eu faço: cordel, amo cordel.
Dos erros eu tiro: aprendizado, não há nada que nos ensine mais do que nossos próprios erros, isso quando temos consciência que erramos, porque quando não há essa consciência os erros tornam-se rotineiros e sem nenhuma temência em praticá-los. Trilha sonora da minha vida: Sapato Velho - Roupa Nova.
Encontro nas páginas de um livro: de um bom livro, encontro um passaporte para uma viagem na minha imaginação. Às vezes prefiro ler o livro e não assistir ao filme, a leitura nos leva mais longe.
A felicidade é: momentos em família, a família, como já disse, é o meu maior bem, deve estar sempre unida e reunida.
Guardo no meu coração: prefiro guardar bons sentimentos, amor, felicidade, harmonia e principalmente perdão. O perdão melhor gratifica quem perdoa do que quem é perdoado.
Vou buscar no baú: lembranças de uma infância bem vivida, com brincadeiras que hoje só são lembradas nos projetos folclóricos, pessoas que só são vistas nas velhas fotografias de coloridos opacos, de lugares que já sofreram transformações em suas paisagens e que vivem num baú chamado coração.
Fantástico é: Deus. Deus é fantástico, tem o dom de ouvir segredos mesmo se me calo. Maravilhoso.

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