Fechando com Chave de Ouro

Mais uma vez a banda natalense Grafith será responsável por animar a última noitada do UmarizalFest. E a galera jovem vibra com a presença desta maravilhosa banda que dá verdadeiro show e levanta o astral dos foliões tanto no Corredor da Folia como nos camarotes. Irreverente, muito agitada, com repertório que agrada a todos, a banda Grafith fechará com chave de ouro a já vitoriosa edição 2017 do UmarizalFest. Vamos lá!
Em 4 de novembro de 1988, os irmãos Kaká, Carlinhos, Joãozinho e Júnior se juntaram e compuseram a Banda Grafith. Vinte e seis anos mais tarde e com todas as mudanças ocorridas durante este longo percurso, a banda é uma das mais conceituadas do Rio Grande do Norte, com média elevada de shows por mês durante o ano (no verão, o número de apresentações dobra) e constantes solicitações para carnavais, formaturas, confraternizações e eventos. Sua história é sempre lembrada e comemorada no mês de novembro, com uma grande festa que agita a noite potiguar, com várias horas de show e uma viagem no mundo da música.
Há 28 anos, a Banda encantava seu público com sua versatilidade. Conhecidos pelo estilo baile, os irmãos tocavam de tudo: de discoteca e rock a samba e MPB. Foram pioneiros ao realizar sua festa de aniversário – depois da festa do primeiro aniversário da Banda Grafith, outras se inspiraram na ideia e, até hoje, realizam grandes eventos em comemoração a mais um ano de banda, grupo, etc.
Além dessa inovação, os irmãos também foram os primeiros a gravar vinheta de banda. Em 1990, gravaram a mesma vinheta ouvida nos dias de hoje. Com a ideia testada e aprovada pelos fãs, a Banda Grafith lançou tendência em mais um segmento da música – as vinhetas viraram febre em todo o Brasil.
E não parou por aí. Os irmãos ainda foram os pioneiros do “alô”, aquela pausa entre as músicas que é aproveitada para dar um alô aos presentes, tão utilizada nos dias de hoje. Virtude de família, a humildade sempre pode ser percebida nos shows, quando os primeiros alôs de cada apresentação eram dados a qualquer pessoa,  independente da classe social. Esta atitude ainda é vista nos shows, 26 anos depois.
Tempos de adaptações – Na década de 90, o cenário musical começou a mudar no Rio Grande do Norte. As músicas mais tocadas pelos irmãos, inspiradas em bandas como Pink Floyd, Queen, Aerosmith, passaram a não empolgar tanto quanto antes. Este foi um período difícil e os irmãos pensaram em desistir. Analisando o cenário local, outras bandas que tocavam baile como a Grafith migraram para o forró, a nova tendência. Entre desistir e seguir o mercado musical, Kaká, Carlinhos, Joãozinho e Júnior decidiram fazer o que eles têm feito de melhor – arrastar multidões com música e energia.
Versatilidade – A Banda Grafith é admirada por sua versatilidade. Adapta-se desde micaretas a festas de formatura de escolas, universidades e confraternizações. Dessa forma, a história da Banda em 26 anos pode ser colocada em prática com a arrochedeira do momento ao repertório de bailes de tempos atrás.
A história da Banda Grafith daria um livro. Mas o que se pode concluir é que, em todos esses anos, ela quebrou paradigmas e superou preconceitos. Cresceu, fez seu nome e, hoje, colhe os frutos do sucesso baseado nos conceitos de família, educação e bons exemplos.


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